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Segundo da BloombergNEF, apesar de queda de investimentos, China manteve liderança, com US$ 83,4 bi, seguindo pelos Estados Unidos, com US$ 55,5 bi

O mundo investiu US$ 282,2 bilhões em nova capacidade de fontes de energias renováveis em 2019, com crescimento de 1% em relação ao ano anterior. As informações são da BloombergNEF (BNEF), empresa de pesquisa no setor de energia limpa.

Segundo o levantamento BNEF, apesar da China continuar na liderança em investimentos em fontes renováveis, totalizando US$ 83,4 bilhões, em 2019, a injeção de recursos no país recuou 8% em relação ao ano anterior, atingindo o menor nível desde 2013.

No mercado de energia solar, o gigante chinês apresentou recuo de 33% nos investimentos no ano passado, para US$ 25,7 bilhões. Já no campo da energia eólica, os aportes tiveram um aumento de 10%, na mesma comparação, alcançando US$ 55 bilhões.

O relatório da BNEF ainda aponta que os Estados Unidos, segundo maior país em investimentos no mercado de renováveis, injetaram US$ 55,5 bilhões no ano passado, uma alta de 28% ante o registrado em 2018.

Por outro lado, na Europa, os recursos tiveram queda de 7% em relação ao ano anterior, totalizando US$ 54,3 bilhões em 2019. No continente, a Espanha teve destaque nos investimentos em energias limpas, conforme levantamento da BNEF, injetando US$ 8,4 bilhões, uma alta de 25% ante 2018.

O Brasil liderou a América Latina nos investimentos em energias renováveis, registrando US$ 6,5 bilhões em 2019, uma alta de 74% em relação ao ano anterior. Em segundo lugar, o México, registrou aumento de 17% nos investimentos para o setor, somando US$ 4,3 bilhões.

Por sua vez, a Argentina apresentou queda de 18% nos recursos para projetos de energia limpa, totalizando US$ 2 bilhões em 2019.

A Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA, na sigla em inglês) afirmou, no início deste ano, que os governos devem dobrar o investimento total em energia solar, eólica e outras tecnologias verdes ao longo da próxima década para conseguir “um caminho para a segurança climática.

Segundo a IRENA, o investimento em energias renováveis precisa ser responsável pela geração de mais da metade (57%) da eletricidade em todo o mundo até o final da década em relação aos 26% atuais.

Para atingir essa meta, a agência sugeriu aos países redirecionarem parte dos US$ 10 trilhões destinados a projetos de combustíveis fósseis e investi-los em energia verde.

O diretor-geral da IRENA, Francesco La Camera, destaca que as soluções de energia renovável têm custo acessível, estão prontamente disponíveis e podem ser implementadas em escala.

Por fim, o comunicado reforça que até 2030, o custo da energia solar fotovoltaica e da energia eólica pode ser consistentemente mais barato do que as ofertas convencionais. Ambas tecnologias podem atender a 30% das necessidades globais de eletricidade.

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