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Com uma potência instalada de 1.125,6 kWp, usina será a maior entre os setores públicos do Brasil

A usina de energia solar fotovoltaica da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), no Mato Grosso do Sul, está prestes a terminar a sua fase de testes, com previsão para ser inaugurada no final de novembro. Hoje, estão em operação na usina 16 unidades de 70,35 kWp (quilowatt pico), totalizando uma potência instalada de 1.125,6 kWp, o que a torna a maior usina entre os setores públicos do Brasil. Os testes acontecem desde meados de outubro. Mas a concessionária Energisa já efetuou a vistoria e aprovou a instalação.

Segundo o engenheiro eletricista e discal do contrato, Alessandro da Paixão, o desempenho da geração está acima do esperado, graças ao minucioso trabalho da equipe de gestão e fiscalização da Prefeitura Universitária e à qualidade dos serviços prestados pela contratada.

Além disso, todas as informações de geração já podem ser acompanhadas em tempo real na TV instalada na Prefeitura Universitária. A partir de fevereiro de 2020, esses dados sobre a economia na conta de energia serão contabilizados e divulgados para o público.

A inauguração da usina estava marcada para 31 de outubro, mas foi cancelado e ainda não tem nova data definida para a solenidade. A usina é composta por 16 unidades de 70,35 kWp (quilowatt-pico) cada, 12 placas estão nas coberturas dos blocos da Unidade 2 (2.520 placas em teclados) e quatro diretamente no solo (840 placas em solo), logo na entrada na UFGD, ao lado do Auditório Central, destacando-se como um cartão de boas-vindas para quem chega na universidade.

A UFGD gasta anualmente cerca de R$ 2,6 milhões com a conta de energia elétrica da Unidade 2. A previsão é de que com os painéis solares ocorra uma economia de aproximadamente R$ 915 mil em 12 meses na conta de energia. Para isso, está prevista a produção de 1.705.000 quilowatt-hora de energia gerada pelo sol, alcançando 30% de economia e com o custo de manutenção anual de apenas R$ 18 mil.

O montante de energia gerado anualmente salvará 1.411 árvores pelo mesmo período, equivalente à capacidade de retirada de carbono da atmosfera, evitando a emissão de 17,6 toneladas de CO2 por mês.

Para a instalação do projeto, de responsabilidade da Prefeitura Universitária, o sistema recebeu R$ 4,5 milhões investidos por meio Termo de Execução Descentralizada (TED), via Secretaria de Educação Superior (SESU-MEC), no ano de 2018.

Ainda está prevista a ampliação do projeto para atingir 100% do consumo de toda universidade, incluindo a Unidade 1, FADIR e Fazenda. Além da economia no custo com energia elétrica, a usina solar poderá ser utilizada para pesquisas acadêmicas de graduação e pós-graduação, gerando novos conhecimentos na área.

A universidade nasceu do aproveitamento do Programa de Expansão das Instituições Federais de Ensino Superior no Brasil, do governo federal, em 2005, sob tutoria da Universidade Federal de Goiás – UFG.

A Instituição, inicialmente com seus sete cursos de graduação, passa a se expandir consideravelmente depois com a sua inclusão no Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais – REUNI. Vê ampliado seus cursos de graduação, de pós-graduação, o número de docentes e técnicos administrativos e a oferta de vagas para estudantes de todo o Brasil. Com uma política de educação inclusiva, a UFGD começa a ofertar vagas também para ensinos diferenciados, como para comunidades indígenas e de assentamentos rurais, e para municípios polo da região através da Educação a Distância.

Nesses 9 anos de existência, a Instituição já coleciona conquistas de indicadores positivos no Ministério da Educação, sendo avaliada anualmente como a melhor Instituição de Ensino Superior de Mato Grosso do Sul, dentre as públicas e as privadas, estando também entre as melhores do Cento Oeste competindo ainda no ranking das melhores do país.

Com um orçamento que ultrapassa os R$ 150 milhões anuais, a Universidade vem alcançando a maioria das metas do seu Plano de Desenvolvimento Institucional. Foi a primeira do Brasil a apresentar o Plano de Expansão Acadêmica ao governo federal, com projeto de ampliação e metas ambiciosas em todas as áreas, em consonância com o Plano Nacional de Educação.

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